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Suspeitos pela morte de taxista crissiumalense estão foragidos


Um casal foi indiciado pela autoria do assassinato do taxista crissiumalense Cleber Roni Tormes. De acordo com o delegado Willian Garcez, titular da Delegacia de Polícia de Crissiumal, os indiciados pelo crime de latrocínio são Sheila Daiane Corrêa Ceconi e Martielo de Souza Martins (foto acima).


Os mandados de prisão preventiva dos suspeitos foram autorizados pela Justiça. Como eles ainda não foram localizados, são considerados foragidos. Qualquer informação que possa levar ao paradeiro dos criminosos pode ser repassada à Polícia Civil pelo telefone 197.


O delegado acredita que eles estejam escondidos em algum local da serra gaúcha, possivelmente em Bento Gonçalves. Já foram realizadas diligências na cidade e também em Porto Alegre, mas não foram localizados. Não há informações também sobre o paradeiro do veículo roubado.


Martielo já possui passagens policiais por crimes como furto, tráfico de drogas, dentre outros. O casal também foi indiciado pelo homicídio do ex-companheiro de Sheila em Bento Gonçalves.


Casal se refugiou em Crissiumal após crime em Bento Gonçalves


Os detalhes sobre a investigação foram repassados na tarde desta segunda-feira (18) durante entrevista coletiva na sede da DP, em Crissiumal. Segundo o delegado, em torno de 12 pessoas foram ouvidas para tentar traçar a linha inicial da investigação. Em paralelo foram realizadas outras atividades, como perícias no local do crime e diligências.


O desaparecimento de Cleber ocorreu por volta das 18h do último dia 21 de março, após ele ter sido chamado para fazer uma corrida de táxi. Os suspeitos ligaram para o taxista solicitando que fossem transportados, juntamente com uma criança, desde a localidade onde se encontravam, em Lajeado Barreiro, até a rodoviária da cidade. Depois disso o taxista não foi mais visto.


No dia 22 de março, o caso foi registrado na Delegacia de Polícia de Crissiumal e passou a ser investigado. Antes disso, Sheila e Martielo já haviam sido indiciados por homicídio no dia 11 de março em Bento Gonçalves.


No dia seguinte ao crime na serra gaúcha, há informações de que eles já se encontravam no interior de Crissiumal, onde teriam se refugiado. O corpo do ex-companheiro de Sheila foi encontrado no dia 13.


Latrocínio teria sido premeditado, diz a polícia


A polícia trabalha com a hipótese de que o crime em Crissiumal tenha sido premeditado. Conforme Garcez, o casal já teria chamado a vítima à residência onde estavam com objetivo de cometer o latrocínio para retornarem a Bento Gonçalves. A residência em Lajeado Barreiro é de propriedade de um avô de Cheila. A mulher é natural de Crissiumal e possui familiares na cidade, mas se mudou há muitos anos.


Vizinhos relataram terem escutado disparos de arma de fogo próximo à propriedade no dia do crime. Exame pericial também identificou vestígios de sangue no local. Os indícios levam a polícia a acreditar que a morte tenha ocorrido na propriedade e que o corpo foi transportado e jogado no local conhecido como Mato do Bones, na localidade de Linha Colônia Gaúcha, em Campo Novo.


Câmeras de monitoramento flagraram o táxi roubado em Bento Gonçalves e Porto Alegre


Diversas diligências foram efetuadas através da busca por imagens de câmeras de monitoramento. Verificou-se, com isso, que o táxi circulou em vários pontos da cidade de Crissiumal depois do horário em que as testemunhas afirmaram que Cleber desapareceu. Na mesma noite o táxi também foi flagrado por câmeras em Bento Gonçalves e Porto Alegre. Houve diligências em endereços na serra gaúcha e capital, porém sem sucesso na captura dos foragidos.


O Corpo de Bombeiros e familiares auxiliaram a Polícia Civil nas buscas ao corpo no interior de Crissiumal, também em Humaitá e Campo Novo. No dia 23 de março, os documentos de Cleber foram localizados próximos à ERS-207, no trecho que liga a cidade de Humaitá ao Citegem. Novas diligências estavam previstas para esta semana, com auxílio de cães farejadores, porém acabaram canceladas após a localização do corpo.


Na última sexta-feira, dia 15, um morador das proximidades do Mato do Bones relatou que seu cachorro chegou em casa trazendo um braço humano. O morador relatou à polícia que há algum tempo já sentia um cheiro forte. Após procurar nas redondezas, localizou os restos mortais e fez contato com a Brigada Militar que acionou a equipe volante da Polícia Civil.


Familiares reconheceram como sendo de Cleber o cadáver por meio das roupas; esta teria sido a vestimenta que ele usava no dia em que desapareceu. Segundo Garcez, a investigação está em fase de conclusão. Apenas estão sendo aguardados os resultados de algumas perícias genéticas.


Fonte: Rádio Alto Uruguai

Foto: divulgação PC

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