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RS confirma mais três mortes por dengue, em Nova Alvorada, Encantado e Ibirubá


RS confirma mais três mortes por dengue, em Nova Alvorada, Encantado e Ibirubá

Vítimas são duas mulheres e um homem. Total de casos confirmados no estado neste ano ultrapassa 8,9 mil.


26 de abril de 2023Total de óbitos no RS chega a 14 em 2023 (Foto: Secretaria de Saúde do RS / Divulgação)

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O Centro Estadual de Vigilância em Saúde (CEVS) confirmou, nesta quarta-feira (26), mais três mortes por dengue no Rio Grande do Sul. Com isso, o estado chega a 14 vítimas pela doença em 2023.


De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (SES), as vítimas são duas mulheres e um homem. Uma das mulheres, de 85 anos, residia em Nova Alvorada e morreu no dia 15 deste mês. A outra, de 33 anos, morava em Encantado e também morreu no mesmo dia. Já o homem tinha 77 anos, vivia em Ibirubá e morreu no dia 16.


As mortes no RS

Segundo a SES, as mortes confirmadas e que constam na base de dados do governo aconteceram nas seguintes cidades:


Lindolfo Collor – 1

Ijuí – 3

Jóia – 1

Gramado – 1

Morro Reuter – 1

Novo Barreiro – 1

Nova Alvorada – 1

Encantado – 1

Ibirubá – 2

Selbach – 1

Bento Gonçalves – 1


Situação da dengue no RS

O estado soma 8.997 casos de dengue, dos quais 8.265 são considerados autóctones, ou seja, quando o contágio ocorreu dentro do estado. Os demais casos são importados, quando residentes foram infectados fora do estado.


Nesta quarta-feira, havia 87 pessoas hospitalizadas por suspeita de dengue no estado.


A Secretaria reforça a importância de procurar atendimento médico nos serviços de saúde logo nos primeiros sintomas, para evitar o agravamento da doença.


Sintomas da dengue


Febre alta (39°C a 40°C), com duração de dois a sete dias

Dor atrás dos olhos

Dor de cabeça

Dor no corpo

Dor nas articulações

Mal-estar geral

Náusea

Vômito

Diarreia

Manchas vermelhas na pele, com ou sem coceira


As autoridades de saúde recomendam a limpeza de áreas interna e externa de residências ou apartamentos e eliminação de objetos com água parada. A prática ajuda a impedir o mosquito transmissor de nascer, cortando o ciclo de vida na fase aquática do inseto.



Fonte: G1 - RS

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