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Perto da distância - Rabiscos do Silêncio



Todos nós estamos perto ou junto das pessoas, com  sentimentos que nos impulsionam a vivermos uma ligação de afeto entre amigos, parentes e vizinhos.


Não existe algo mais saudável para a formação intelectual, moral, física ou religiosa de uma pessoa do que viver a vida amparada pela presença de sentimentos harmoniosos. Muitas pessoas têm seus sentimentos desiquilibrados e não conseguem produzir efeitos positivos que gerem segurança na sua individualidade. Essas pessoas sofrem uma dor profunda por muitas vezes sentirem-se rejeitadas na sua essência.


E rejeitar as pessoas na essência é não permitir que o amor se universalize de maneira permanente, que dê sentido aos sentimentos do outro, pois quando estamos junto de  outras pessoas faz bem copiar coisas positivas, num envolvimento sadio e sustentado pela acolhida, desfazendo os defeitos na compreensão da convivência.


É tão bom quando as pessoas se reúnem nas casas, nas igrejas nos clubes de futebol ou em outros locais de encontro, isso faz a vida ser embalada pela leveza dos sentimentos. Nesses momentos se permite ver o outro pela dimensão de acolhida através da conversão do pensamento. E quando saímos desses locais começamos a colher os frutos da paz interior que nos proporcionam sentir o verdadeiro sentido da vida.


Mas também faz bem para nossa alma sair do nosso individualismo e percorrer outros caminhos em que a solidão se faz presente. São exemplo disso os hospitais, presídios, casas de recuperação ou asilos. Lugares onde marcar presença nos conduz a uma transformação em nossas vidas, aproximando as distâncias do coração, que muitas vezes tem dificuldades em compreender as cargas negativas que essas pessoas sofrem.


 E sempre levando em conta que precisamos manter os protocolos de cuidado com a pandemia, tendo confiança na ciência e não esmorecendo na fé em Deus, para que tudo volte ao normal, pela reconstrução de nosso ser.


É fato que  a solidão nestas casas pode ser muito cansativa, pois traça uma rotina de dúvidas, incertezas e deplorável falta de liberdade. Muitos nessa situação sentem um peso em suas consciências e não conseguem entender certas situações que acontecem ou aconteceram em suas vidas, porém  quando recebem pessoas com presença marcantes, tudo muda em suas vidas e os pensamentos que eram destrutivos, passam a ser de paz e tranquilidade.


Precisamos criar o hábito  de levar esperança para as pessoas, aproximando seus sentimentos e não propagando exclusão com  nosso temperamento difícil. Devemos ser sinal de motivação e integração, respeitando as diferenças no pensar e agir que é propriedade particular. Isso traz saúde mental, física e espiritual, pois integra as mentes ao bom pensamento.


Saber compreender as distâncias em que separamos as pessoas, corrigindo nossas interpretações diante dos seus problemas é o caminho, pois em cada um de nós existe uma perigosa intenção de condenar os erros dos outros, sem dar-nos conta dos nossos próprios  defeitos. É  preciso olhar a dimensão dos que sofrem, encorajando aos que estão cansados e sobrecarregados e sentem-se desanimados, indo ao encontro destes com amor. Levando paz e esperança, numa abertura para as coisas de Deus, aliviando seus pesos, ajudando-os a sentirem - se perto do nosso coração na inclusão permanente do pensamento sadio.  


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